Flattr, uma nova forma de micropagamento pela internet

Peter Sunde, um dos criadores do Pirate Bay está lançando um novo sistema de micropagamento chamado Flattr. A ideia é permitir que as pessoas possam dedicar um valor fixo por mês para contribuir com quem provê conteúdo gratuitamente na web de forma que esse valor seja automaticamente dividido com cada uma das pessoas que ela escolher.

Um blogueiro pode colocar um botão do Flattr no seu site para que seus leitores possam adicioná-lo facilmente a sua lista do Flattr, passando assim a ganhar uma fatia do valor mensal que o leitor separou para contribuir entre todas as pessoas que geram conteúdo gratuitamente na internet. O mesmo pode ser feito para músicos, cinegrafistas amadores, podcasters, ilustradores, etc.

Segue um vídeo que explica como funcionará esse sistema de micropagamento:

Acredito que o Flattr tem um grande potencial pois incentivará as pessoas a gerarem ainda mais conteúdo gratuito, surgirá uma nova onda de autônomos que irão viver a partir das contribuições de seus leitores, saindo de seus respectivos trabalhos para se dedicarem integralmente aos seus blogs ou sites pessoais, que antes eram apenas hobby.

Fonte: Boing Boing

Uma Realidade hiper-aumentada

Já estamos cansados de ouvir sobre realidade aumentada não é? A grande maioria dos projetos que utiliza RA são fúteis e nem um pouco inovadores. Porém, há quem diga que a tecnologia está sendo mal aproveitada, que ainda não descobrimos o seu verdadeiro potencial.

Parece que Keiichi Matsuda, estudante de arquitetura da Bartlett School em Londres, pensa dessa forma. Ele criou um breve vídeo onde vemos uma pessoa fazendo um chá em um mundo onde a realidade está hiper aumentada.

No vídeo podemos ver o usuário usando um teclado holográfico para buscar a receita do chá, enquanto setas e marcadores o ajudam a realizar todos os passos para concluir essa difícil tarefa, um contador diz quando o chá está pronto e o mais absurdo: uma barra, no estilo The Sims, mostra o nível de fome e sede que a pessoa está sentindo.

Um ponto interessante do vídeo é que o protagonista pode controlar a quantidade de anúncios que está à sua volta e ser remunerado de acordo.

Fonte: Read Write Web

Tela TouchScreen com botões físicos!?

Para dar um fim a discussão de qual teclado é melhor, o do iPhone ou o do Blackberry, dois pesquisadores da Carnegie Mellon University estão desenvolvendo um protótipo que combina o melhor dos dois mundos: uma tela sensível ao toque e botões físicos que aparecem e desaparecem de acordo com a necessidade.

“É difícil criar uma superfície física que seja deformável e que ainda consiga renderizar gráficos bem”, diz Chris Harrison, pesquisador Ph.D. do laboratório de Interação Humano-Computador da CMU.

“É um projeto instigante que adentra no campo emergente das telas dinâmicas e táteis”, diz Johnny Lee, um pesquisador da Microsoft depois de ler sobre o projeto. “É uma idéia realmente interessante e estimuladora!”.

“Como humanos, somos indivíduos muito táteis. O toque é o nosso sentido primário enquanto navegamos o mundo, mas as telas sensíveis ao toque não nos permite usá-lo”, diz Lee.

Veja um vídeo que mostra um pouco da tecnologia por trás do projeto e exemplos de uso:

Fonte: Wired

Transforme qualquer superfície em uma tela multi-toque

Displax é uma empresa portuguesa que desenvolveu uma tecnologia que permite transformar qualquer superfície, reta ou curva, em uma tela sensitiva ao toque. A empresa criou um polímero mais fino que o papel e que pode ser grudado em vidro, plástico, madeira ou telas feitas com os mais diversos materiais para tranformá-lo em uma interface interativa.

Os tamanhos das películas variam de 7cm a 3m diagonalmente. “É extremamente poderosa, precisa e versátil”, diz Miguel Fonseca, diretor de negócios da Displax. “Você pode usar a nossa película em cima de qualquer coisa, inclusive e-ink, OLED ou telas LCD.”

“Se a Displax consegue fazer isso com superfícies grandes, será realmente uma das primeiras companhias a fazer o que chamamos de multi-toque massivo”, diz Daniel Wigdor, Arquiteto de Experiência de Usuário da Microsoft especialista em computação multi-toque e gestual. “Se você procurar tecnologias comerciais para grandes interfaces multi-toque, eles usam câmeras infravermelhas que conseguem perceber apenas dois ou quatro pontos de contato. Displax nos leva a um novo nível.

A tecnologia é baseada em uma película feita com nanofios onde um microcrontrolador processa os diversos sinais de entrada recebidos do toque dos usuários. O contato do usuário com a película causa um distúrbio elétrico que é identificado pelo microcontrolador, o qual consegue decodificar o sinal e saber exatamente a parte do grid onde o contato foi feito.

Atualmente é possível detectar até 16 dedos em uma tela de 125cm e sua tecnologia de projeção é similar a do iPhone, sendo assim, a resposta da superfície ao toque é ótima, diz Fonseca. É possível interagir com a tela inclusive através de sopro!

A película tem seu próprio firmware onde você tem acesso ao painel de controle de calibração e configurações via USB.

Fonte: Wired

Página 3 de 22«12345»Última »