Jogo de caça ao tesouro com realidade aumentada é sucesso no Japão

Durante um final de semana, 200 pessoas se reuniram em Tóquio para participar de um evento de “caça ao tesouro” utilizando o aplicativo Crimsonfox que utiliza a bússola, a conexão 3G, o GPS e a câmera do iPhone 3GS para criar uma realidade aumentada especial para o jogo.

Os jogadores utilizavam seus aparelhos para procurar dicas e pistas pela cidade que os ajudavam na busca da sociedade secreta Moonlights.

As pistas eram códigos QR Code, que ao decifrados pelo smartphone, se tornariam emblemas que também deveriam ser decifrados para que o usuário pudesse passar para a próxima fase do jogo.

O evento foi um grande sucesso, tendo sido acompanhado ao vivo e online por mais de 7.000 pessoas do mundo inteiro. Ta aí outro uso bem criativo de realidade aumentada.

Fonte: Mobilizado

Cartão de crédito dentro do celular

Durante o Mobile World Congress 2010, a maior feira mundial de telefonia móvel, a Visa apresentou um cartão microSD que possibilita fazer pagamentos através do celular.

O cartão vem com uma antena NFC (Near Field Communication), o padrão usado para realizar os pagamentos por aproximação, como é feito com os aparelhos móveis.

O usuário poderá ter vários cartões de créditos cadastrados em seu cartão microSD, de diferentes bancos. Na hora de pagar ele escolherá qual deseja usar, além de definir se o pagamento será através de débito em conta ou crédito. Em ambos os casos uma senha será necessária para confirmar a transação.

Além de pagamentos, a Visa afirma que outras aplicações poderão ser desenvolvidas com o NFC. Uma delas é a oferta de descontos a partir de um pôster promocional. O usuário aproxima o celular ao cartaz e ganha uma “garantia de desconto”. Depois é só ir até a loja e fazer a compra. Outra possibilidade é a reserva de ingressos para o cinema em banners de propaganda.

“As utilidades podem ser muitas. A criatividade é o limite” é o que diz Jürgen Wassmann, diretor da Visa para novos produtos na América Latina e Caribe.

Fonte: Época Negócios

Obama Digital, o papel das mídias sociais na eleição de Barack Obama

Obama Digital é um excelente vídeo-documentário, feito por alunos da faculdade Mackenzie, que analisa o papel da internet e das mídias sociais na campanha eleitoral de Barack Obama em 2008.

No documentário podemos entender melhor o contexto social dos EUA na época das eleições de 2008, como e porque as redes sociais foram utilizadas na campanha e o mais importante: entender que as mídias sociais não fazem milagre, Obama não foi eleito apenas porque usou o Twitter e o Facebook em sua campanha.

“Barack Obama não se elegeu por causa das Mídias Sociais, mas sem ela, não se elegeria.” – Cláudio Torres.

Com depoimentos de Gil Giardelli (CEO da Permission e Coordenador de cursos da ESPM), Ben Self (coordenador da campanha digital de Barack Obama e co-fundador da agência Blue State digital), Antonio Graeff (autor do livro Eleições 2.0 a internet e as mídias sociais no processo eleitoral), Pedro Dória (Editor chefe de conteúdos digitais do Jornal Estado de São Paulo), Eduardo Barella (Editor Internacional do Jornal O Estado de São Paulo) e vários outros estudiosos da área, o vídeo é simplesmente imperdível.

Fonte: Mídias Sociais Blog

Sample Lab, uma loja onde tudo é grátis

Na Sample Lab, loja que nasceu em Harajuku, um bairro de Tóquio repleto de adolescentes, os clientes podem testar diversos produtos e ganhar até cinco itens grátis a cada visita – de tudo, desde velas, macarrão e creme para o rosto a um ocasional jogo de videogame no valor de U$50.

A loja de “amostras” onde tudo é grátis atrai 700 visitantes por dia. Como a Sample Lab pode deixar de cobrar por qualquer item em estoque?

A loja tem como público-alvo os Trysumers, expressão que resulta da combinação de Try (experimentar, em inglês) e consumers (consumidores), pessoas que, antes de comprar, desejam testar e experimentar o produto; se aproveitando do Tryvertising (Try + Advertising), a disseminação de informações sobre novos produtos por quem já os usou.

Ao contrário do que era de se esperar, a Sample Lab tem uma alta receita mensal, composta por:

  1. Cobrança pela entrada. A entrada na loja só é permitida para “membros”, que pagam $13 em taxas de inscrição e anuidades. Com 47 mil membros, o Sample Lab está tão na moda que os adolescentes precisam fazer reserva com uma semana de antecedência.
  2. Cobrança de uma taxa de “aluguel” de espaço na prateleira. Em virtude da popularidade da loja, as empresas dão ao Sample Lab produtos de graça e chegam a pagar U$ 2.000 para estocar um item durante duas semanas.
  3. Cobrança pelo feedback. Ao oferecer produtos grátis, o Sample Lab transforma a maioria de seus membros em um grupo de foco. Os adolescentes preenchem levantamentos específicos a um produto no papel, online ou através do celular. As empresas pagam U$4.000 pelos dados.

Um modelo realmente inovador de modelo de negócios. Com o grande sucesso que obteve, a Sample Lab abriu uma rede de franquias disponível para diversos países ao redor do mundo.

Fonte: Grátis, o futuro dos preços

Atualização (15/05/2010):

Parece que esse modelo de loja já chegou ao Brasil, a leitora Carla Tomasian nos avisou que foi aberta uma loja chamada Clube Amostras Grátis em SP.

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