06. 02. 10
Displax é uma empresa portuguesa que desenvolveu uma tecnologia que permite transformar qualquer superfície, reta ou curva, em uma tela sensitiva ao toque. A empresa criou um polímero mais fino que o papel e que pode ser grudado em vidro, plástico, madeira ou telas feitas com os mais diversos materiais para tranformá-lo em uma interface interativa.

Os tamanhos das películas variam de 7cm a 3m diagonalmente. “É extremamente poderosa, precisa e versátil”, diz Miguel Fonseca, diretor de negócios da Displax. “Você pode usar a nossa película em cima de qualquer coisa, inclusive e-ink, OLED ou telas LCD.”
“Se a Displax consegue fazer isso com superfícies grandes, será realmente uma das primeiras companhias a fazer o que chamamos de multi-toque massivo”, diz Daniel Wigdor, Arquiteto de Experiência de Usuário da Microsoft especialista em computação multi-toque e gestual. “Se você procurar tecnologias comerciais para grandes interfaces multi-toque, eles usam câmeras infravermelhas que conseguem perceber apenas dois ou quatro pontos de contato. Displax nos leva a um novo nível.”
A tecnologia é baseada em uma película feita com nanofios onde um microcrontrolador processa os diversos sinais de entrada recebidos do toque dos usuários. O contato do usuário com a película causa um distúrbio elétrico que é identificado pelo microcontrolador, o qual consegue decodificar o sinal e saber exatamente a parte do grid onde o contato foi feito.
Atualmente é possível detectar até 16 dedos em uma tela de 125cm e sua tecnologia de projeção é similar a do iPhone, sendo assim, a resposta da superfície ao toque é ótima, diz Fonseca. É possível interagir com a tela inclusive através de sopro!
A película tem seu próprio firmware onde você tem acesso ao painel de controle de calibração e configurações via USB.
Fonte: Wired
02. 02. 10
Em janeiro de 2010 a equipe de inovação da MJV ministrou o primeiro de uma série de workshops em Inovação Estratégica, com o objetivo de familiarizar todos os funcionários da empresa com os métodos do design estratégico e disseminar o seu processo de inovação.
Os participantes aprenderam na prática as etapas usadas pela equipe de inovação para gerar continuamente novas soluções com foco nos usuários, e conheceram o Ciclo Estratégico MJV de Design e Gestão da Inovação Centrada no Usuário.
Tendo como tema central a melhoria da qualidade de vida, o workshop conduziu os participantes do papel de sujeito de pesquisa ao de etnógrafo, através de atividades interativas e métodos lúdicos de apoio ao estudo qualitativo. Depois da análise colaborativa dos dados coletados, os participantes compuseram personas e geraram idéias, através de brainstorming, para atender às necessidades identificadas, com base em critérios norteadores.

Em seguida, refinaram as idéias em grupos para apresentação dos protótipos que consideravam tanto o uso de tecnologia, como o modelo de negócio da solução. Assim, puderam vivenciar como soluções inovadoras são criadas, tendo como foco o usuário, e como tangibilizá-las iterativamente, de modo a aperfeiçoá-las antes de lançá-las no mercado.

Esta é uma das iniciativas que a MJV Tecnologia e Inovação está adotando para disseminar a cultura da inovação na empresa. E a sua empresa, como ela tem apoiado a inovação?
25. 01. 10
EyeStop é um conceito de “ponto de ônibus” futurístico muito interessante, desenvolvido pelo SENSEable City Lab do MIT, nele podemos vislumbrar a nova geração de mobiliário urbano inteligente com objetivo de enriquecer a cidade com tecnologias sensoriais de ponta, serviços interativos, entretenimento e informação comunitária.

O projeto é parcialmente coberto por e-ink e telas sensíveis ao toque, permitindo que ele forneça informação de maneira prática e indolor.
Usuários poderão planejar uma viagem de ônibus em um mapa interativo, trocar informação relevantes à comunidade, navegar na internet, monitorar sua exposição aos agentes poluentes que estão no ar e usar seus dispositivos móveis como uma interface com o ponto de ônibus.
“Interagir com o EyeStop pode mudar a forma como acessamos informações comunitárias de uma forma similar a que o iPhone mudou nossa vida mobile”, comentou Carlo Ratti, Diretor do SENSEable City Lab do MIT.
Interessante ver como algo que antes víamos como apenas um lugar onde esperamos o ônibus chegar ou um abrigo para chuvas, pode se tornar algo realmente útil e até mesmo indispensável para o nosso dia-a-dia. Isso é inovação.
Fonte: PicoCool