Ferramentas de cloud computing como auxilio ao crescimento de SME

Há alguns dias fui numa palestra muito boa do Alexandre Ribenboim, empresário e consultor de empresas que foi sócio-fundador e executivo da MediaLab/MLab vendida em 2001, após 8 anos de existência, para uma multinacional de consultoria. Seu segundo empreendimento é a Casa do Saber do Rio de Janeiro. Fundada, em 2006 é, hoje, um importante centro de cultura e ensino da cidade. Mais recentemente, o Alexandre fundou a Pró-Laudo, uma empresa de tecnologia médica, na área de telerradiologia – elaboração de laudos para exames de radiologia à distância.

A palestra foi sobre como ferramentas de cloud computing e Software as a Service (SaaS) podem ajudar empresas de pequeno e médio porte se organizarem e crescerem. Ele começou explicando o conceito de nuvem e depois as vantagens e desvantagens de usar esses tipos de ferramentas.

Em seguida mostrou uma série de ferramentas organizadas por áreas da empresa: desde gestão de clientes (CRM), gestão de projetos, de documentos, back-up até produção de blogs.

O interessante dessas ferramentas é que muitas delas têm uma versão gratuita para uso reduzido (seja por tamanho de arquivos ou número de usuários) e as empresas podem adotá-las sem investimentos iniciais, só alocando recursos para aquelas que realmente vêem valor.

Ele ressaltou que essas ferramentas, como quaisquer outras que adotemos, requerem dedicação para aprender suas funcionalidades, mas depois disso a tendência é facilitar muito o dia-a-dia.

Ele, por exemplo usa: flavour.com para juntar suas informações pessoais, Huddler para gestão de projetos, Evernote para notas, Wesabe para finanças pessoais e Harvest para registro de horas. Destes só o Harvest ele paga, pois é diretamente associada ao seu negócio (consultoria).

Cheguei em casa com vontade de explorar o inventário e adotar algumas dessas aplicações!

Post por Isabel Adler.
Designer estrategista, formada pela ESDI / UERJ com mestrado na TU Delft, Holanda. Trabalhou como gerente de projetos e designer de interação na Microsoft, Estados Unidos e como pesquisadora de usuários na Océ, Holanda.

Festival Internacional Mobile

Aconteceu semana passada, na PUC-Rio, o MobileFest Rio – Festival Internacional de Criatividade Móvel, que promoveu debates sobre o uso de tecnologias móveis na área de Saúde, Educação, Governo, além da sua exploração como suporte para trabalhos artísticos.

Contou com a presença de palestrantes como Rodrigo Saucedo que apresentou alguns cases de M-Health implementados no México, como um portal de incentivo ao controle de doenças crônicas e uma ferramenta de transmissão de mensagens educativas via SMS e MMS para promover um estilo de vida saudável.

Dick Ng’ambi, pesquisador da Universidade de Cape Town, compartilhou sua experiência no desenvolvimento e implementação do projeto Dynamic FAQ (Frequently Asked Questions), colocado em prática com alunos da África do Sul por três anos. No projeto de M-Learning, os alunos eram incentivados a participar via SMS de um fórum colaborativo.

O Festival contou também com uma mostra de trabalhos, dentre eles uma bicicleta, criada pela SuperÜber, que carrega seu iPhone enquanto você pedala.

Bicicleta que carrega iPod

Também na exposição, a obra “Floresta” de Kasia Molga, convida espectadores a co-criarem uma floresta virtual ao enviar por SMS uma mensagem para uma planta amazônica em extinção, estimulando uma responsabilidade coletiva sobre a natureza.

O evento foi encerrado com o primeiro Flashmob de Realidade Aumentada feito no Brasil, que aconteceu dia 30 de Maio na praia de Ipanema. Idealizado pelo artista holandês Sander Veenhof, o Flashmob contou com a ajuda de alunos de graduação da PUC para a modelagem dos objetos 3D que eram visualizados no ambiente real via celular.

Estes objetos 3D reavivaram as lembranças e impressionaram os participantes do evento ao mostrar uma Ipanema impossível, com o Tom Jobim tocando Garota de Ipanema, com a reconstrução virtual do velho Píer de Ipanema que marcou história na década de 70 e já não existe mais, dando pernas ao Biscoito Globo e trazendo o Maracanã para o meio do mar.

O evento deixa bem claro que a tecnologia pode ser o meio de muitas transformações, pode divertir, resgatar lembranças e emocionar.

Etiqueta mostra se o produto passou da validade

Convenhamos que é muito chato ficar procurando a data de validade de um alimento em uma embalagem. As vezes confundimos com a data de fabricação, noutras a data fica bem escondida, em outras fica quase ilegível e tem vezes que simplesmente esquecemos de procurá-la.

Pensando em facilitar a vida dos consumidores, e cuidar de sua saúde, é que a agência de design japonesa To-Genkyo criou essa etiqueta no formato de ampulheta que “avisa” se a carne está com o nível de amônia alto, o que significa que o alimento estaria fora do período ideal de consumo.

A etiqueta é feita com uma tinta especial que muda de cor quando colocada em contato com amônia, é interessando perceber que a nova cor é a mesma na qual o código de barras foi impresso, de forma a impossibilitar a compra do produto.

Será que os supermercados aceitarão uma inovação dessas?

Fonte: Blog da Jaeh camisetas

Sistema de coleta de lixo eficiente e sustentável

Já imaginou um sistema de coleta de lixo eficiente, prático, inodoro e silencioso? Onde não existe a possibilidade do lixo não ser recolhido na sua rua, você não tem que sair do seu prédio para descartar o lixo, não cheira mal e nada de caminhões de lixo lhe acordando de madrugada.

Sim, é possível e já é realidade em pelo menos 50 cidades da Europa. A coleta do lixo se dá através de um sistema de tubulação ventilado que corre abaixo de toda a cidade.

Funciona da seguinte forma: escotilhas, bocas de lixo, são espalhadas em todas as quadras e prédios dos bairros onde os cidadãos jogam os sacos; todas as bocas de lixo são conectadas a um gigantesco sistema de tubulação enterrado a, pelo menos, cinco metros da superfície. Trata-se de um grande sugador, que aspira o lixo de hora em hora, dia e noite, o ano inteiro.

Os sacos de lixo são transportados a até 70km/h até um centro de coleta, situado geralmente na periferia da cidade, onde o lixo entra diretamente em um container que é transportado para uma usina de triagem onde plásticos, latas e papéis são reciclados e o lixo orgânico vira combustível para mover turbinas que produzem eletricidade.

Vejam uma reportagem do Jornal Nacional sobre o sistema:

Mais uma prova de que é possível diminuir custos e aumentar a eficiência de maneira sustentável através da inovação.

Fonte: Matéria do Jornal Naciona

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